segunda-feira, 27 de julho de 2015

Autoridade Reguladora da Guiné-Bissau exige melhorias nos serviços de rede móvel

As empresas operadoras da rede móvel, a “MTN” e a “Orange”, têm até ao próximo dia 15 de Agosto para encontrarem soluções para os problemas técnicos com que os seus serviços de telecomunicações se deparam.

Resultado de imagem para “MTN” e a “Orange”
O pedido foi transmitido num encontro realizado entre dirigentes da Autoridade Reguladora Nacional (ARN) e as operadoras de rede móvel, MTN e Orange.

As redes móveis têm estado a funcionar de forma deficitária havendo períodos da noite em que não se consegue telefonar, enquanto noutros registam-se cortes repentinas de comunicações.

Segundo o Presidente do Conselho de Administração da ARN, Djibril Mané a reunião realizou-se na sequência dos trabalhos conjuntos iniciados desde o princípio deste ano, sobre a apreciação da qualidade de serviço e da necessidade duma cobertura nacional, por parte das duas firmas do sector das telecomunicações.

Djibril Mané adiantou que entregaram uma proposta às duas empresas sobre como podem oferecer serviços de qualidade e que satisfaçam as populações.

O Presidente do Conselho de Administração da ARN disse que as duas operadoras prometeram analisá-las para depois apresentarem uma solução.

“Como sabem a ARN tem a competência que a lei lhe atribui. É uma autoridade não só reguladora e fiscalizadora, mas também promotora de actividades para o desenvolvimento do sector na Guiné-Bissau”, disse Djibril Mané.

‘Djurtus´enfrentam Libéria na primeira eliminatória de qualificação para Mundial-2018

A principal seleção guineense de futebol, os `Djurtus´, vai defrontar a Libéria na primeira ronda de qualificação da zona africana rumo à fase final do Mundial-2018.
Caso sigam em frente, os guineenses, que são orientados pelo português Paulo Torres, vão medir forças, na segunda eliminatória, com a poderosa Costa do Marfim, país que se sagrou por duas vezes campeão do Campeonato Africano das Nações (CAN), em 1992 e 2015.

Cultura pede primeiro museu, primeiro-ministro pede rentabilidade

Dezoito anos depois, a Guiné-Bissau reeditou, na cidade de Cacheu, a Conferência Nacional da Cultura, sob o mote de «Cultura ao Serviço da Nação» e com o propósito de levar ao executivo liderado por Domingos Simões Pereira as recomendações dos artistas e académicos guineenses.
O primeiro-ministro da Guiné-Bissau, Domingos Pereira
A conferência de três dias, que terminou este sábado, reclamou o primeiro museu do país, mais investimento nas artes, o reforço orçamental da Cultura e a introdução dos costumes guineenses nas escolas públicas.

Por seu turno, o primeiro-ministro, Domingos Simões Pereira, que se dirigiu à conferência no ato de encerramento, respondeu que a cultura «tem que ser economicamente rentável e autossuficiente, o que significa que temos que nos preparar para consumir cultura», acrescentando que «não basta pedir» mais investimento e que o setor deve pensar na «indústria da cultura integrada na economia».

Governo vai reativar processo de privatizações



O primeiro-ministro da Guiné-Bissau, Domingos Simões Pereira, anunciou, este domingo, que vai retomar «todos os processos de privatização».
O primeiro-ministro da Guiné-Bissau, Domingos Pereira
À margem de uma visita às instalações da antiga cervejeira nacional, CICER, parada há mais de quatro anos e privatizada há dezanove, Domingos Simões Pereira prometeu uma avaliação de todas as empresas em vias de privatização e apoio técnico do governo para a reativação das mesmas.

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Zamora Induta antigo (CEMGFA regressa ao país

Bissau - O antigo chefe do Estado-maior general das Forças Armadas (CEMGFA) da Guiné-Bissau, Zamora Induta, regressou nesta terça-feira ao país oriundo de Portugal, onde se encontrava a residir na sequência do golpe de Estado militar de 2012, em Bissau.
Resultado de imagem para Zamora Induta
Contactado pela Lusa, o porta-voz do Estado-maior guineense, Daba Na Walna, confirmou o regresso, tendo sublinhado que Induta avisou o actual líder dos militares, Biaguê Nan Tan, que vinha ao país nesta terça-feira.

"O Estado-maior não se opôs e nem podia opôr-se à vinda de Zamora Induta. Tal como foi, regressou, sem problemas com o Estado-maior", disse Na Walna.

Zamora Induta saiu de Bissau na sequência do golpe militar de Abril de 2012 perpetrado pelo CEMGFA da época, general António Indjai.

O líder militar, que agora regressou ao país, tem a patente de contra almirante, foi CEMGFA de Junho de 2009 até ao dia 01 de Abril de 2010, altura em que foi afastado do cargo, através de um outro golpe liderado por Indjai, na altura seu adjunto no comando das Forças Armadas guineenses.

PGR acusa o Governo e o PAIGC de manipular a imprensa

Bissau – O Procuradoria-geral da República (PGR) acusou o Governo liderado por Domingos Simões Pereira, e o Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), de «pintar à custa de contas mal feitas» sobre os processos-crime e respectivas formas de tramitação.
Trata-se de uma acusação que acontece numa altura em que o Governo requereu junto da Assembleia Nacional Popular um debate de urgência sobre o estado da justiça na Guiné-Bissau.
Em comunicado datado de 20 de Julho, assinado pelo seu responsável de imprensa e Relações Públicas, Maurício Alves,  o gabinete de Hermenegildo Pereira sublinhou que a sua instituição foi acusada pelo Executivo de falta de colaboração institucional.

«Numa época como a que vivemos hoje, e a avaliar pela sabedoria popular, só se deixa enganar quem quer, deveriam saber mais do Ministério Público do que os comunicados», lê-se no documento.

Em relação à imprensa, a nota destaca que a vontade incontrolável de manipular a opinião pública foi a linha de entendimento do Governo e o partido que o sustenta, tendo interrogado porque é que só agora se verificam tantas contestações à actuação do Ministério Público no que diz respeito ao combate à criminalidade económica e financeira, que a nota de imprensa disse enfraquecer a administração pública e o Estado.

«Como no passado, o desfio que se coloca hoje ao Ministério Publico é combater qualquer que seja o comportamento criminoso, cujos autores pretendem que seja impune a realização da justiça penal», lembrou a nota.

Por outro lado, a nota do gabinete de Hermenegildo Pereira acusou o Governo e o PAIGC de continuarem a persistir num discurso de impunidade e de fragilização das instituições judiciais, mormente do Ministério Publico, referindo que muitas outras pessoas igualmente foram convocadas pelo Ministério Publico ao nível da Presidência da República, da Assembleia Nacional Popular e do Governo, como suspeitos ou testemunhas.

A terminar, a nota afiançou aos guineenses que a decisão dos magistrados foi juridicamente sindicável, classificando como «comédia» a perseguição aos membros do Governo que já durou bastante, garantido a total disponibilidade para ver juridicamente a sua a actuação, não tendo nada a esconder e determinando ainda que jamais esta instituição se deixará ser intimidada e obstruída na sua acção.

OPINIÃO: CARLOS GOMES JR. (Ler no Link em baixo)

http://ditaduradoconsenso.blogspot.pt/2015/07/opiniao-carlos-gomes-jr.html

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Guiné-Bissau representa "excelente oportunidade" para portugueses

A Guiné-Bissau passa por uma "fase única" e representa uma "excelente oportunidade para os empresários portugueses", avaliou o delegado da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP) em Bissau, Tiago Bastos.

"Há muita coisa para fazer e é uma excelente oportunidade para os empresários portugueses", numa altura em que o país vive "uma fase única, não só ao nível da estabilidade, mas também ao nível do progresso e investimento. A oportunidade é agora", referiu, em entrevista à agência Lusa.

Tiago Bastos chefia o escritório da AICEP na capital guineense, inaugurado há duas semanas e de portas abertas nas instalações da embaixada de Portugal.
Para já, a prioridade é "conhecer afincadamente o terreno" para identificar parcerias.
Há oportunidades listadas "na estratégia do Governo" da Guiné-Bissau, nomeadamente nas áreas da agricultura, pescas e serviços, mas as necessidades são muitas e "há um pouco de tudo para fazer".
"O importante é que os empresários" que chegam a Bissau entrem em contacto com a AICEP para terem informações sobre as potencias parcerias e evitarem riscos desnecessários, referiu.
Segundo Tiago Bastos, "é fundamental fazer trabalho em parceria e não de forma isolada, em que existem sempre riscos".
Aquele responsável disse acreditar que a delegação da AICEP servirá para ajudar a captar investimento português para a Guiné-Bissau e que o capital estrangeiro vai ajudar a "estabilizar o país" - historicamente sujeito a instabilidade política e militar.
Depois da avaliação das oportunidades, segue-se "um longo trabalho" que deverá envolver câmaras de comércio e feiras de negócios, concluiu.
A eleição de novas autoridades em 2014 permitiu à comunidade internacional retomar em pleno as relações com o país, nas quais se enquadra a presença da agência portuguesa em Bissau.
Num encontro de doadores realizado a 25 de março, em Bruxelas, o Estado guineense mobilizou mais de mil milhões de euros de intenções de apoio internacional, com Portugal a comprometer-se com um programa de cooperação de 40 milhões de euros.

Sporting apanha Benfica a duas jornadas do fim do campeonato de futebol na Guiné-Bissau

O Sporting apanhou o Benfica na liderança da Primeira Divisão de futebol da Guiné-Bissau, quando faltam duas jornadas para terminar o campeonato.

Na 24.ª jornada, que está a ser jogada desde sábado, o Sporting foi à ilha de Bubaque vencer por 1-0, enquanto o Benfica empatou 1-1 em Bambadinca.


As 'águias' perderam assim a vantagem de dois pontos que tinham sobre a equipa 'leonina'.
Na próxima jornada é a vez de o Benfica jogar em Bubaque, enquanto o Sporting joga na capital com o Estrela Negra de Bissau.


A jornada ficou ainda marcada pelo adiamento do jogo entre Portos de Bissau e Balatas de Mansoa, que estava marcada para sábado.


O árbitro considerou que as duas equipas iam defrontar-se com equipamentos parecidos e, depois de dar meia hora para que o problema fosse resolvido, sem que houvesse soluções, o jogo não se realizou.
Esta 24.ª jornada vai terminar com a partida entre São Domingos e Bolama, marcada para hoje.

quinta-feira, 16 de julho de 2015

O PAIGC, Partido no poder acusa Ministério Público de atacar membros do Governo

Resultado de imagem para paigcO PAIGC, partido que sustenta o Governo na Guiné-Bissau, acusou hoje o Ministério Público do país de promover "ataques contra membros do executivo" através da audição de vários elementos nos últimos dias.

Em comunicado a que a Lusa teve acesso, o Secretariado Nacional do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde diz que "os ataques aos membros do Governo têm sido realizados de forma disfarçada", em nome da realização da justiça.


Vários membros do Governo guineense têm sido convocados perante a justiça para esclarecimento de situações em que estarão envolvidos na governação.
O ministro dos Negócios Estrangeiros, Mário Lopes da Rosa, tem o passaporte apreendido pela justiça, não podendo ausentar-se do país, e o seu secretário de Estado, Idelfrides Fernandes, foi mesmo detido durante três dias em junho.
O primeiro-ministro, Domingos Simões Pereira, revelou ter indicações de que mais de 10 elementos do seu Governo estariam na mira da justiça.
O PAIGC diz ter recebido informações de todos os membros do Governo sob alçada judicial, pelo que considera existirem "critérios seletivos" na forma como as audições são feitas e com resultados divulgados "para a opinião pública de forma tendenciosa e parcial".
De pronto, a Liga Guineense dos Direitos Humanos, na voz do seu presidente, Augusto Mário da Silva, reagiu ao comunicado do partido no Governo alegando tratar-se de uma "tentativa de abafar a realização de justiça".
"A Liga condena qualquer tentativa de manipular, abafar a justiça para influenciar o curso normal dos processos", afirmou Mário da Silva, em declarações à Lusa.
Para a Liga dos Direitos Humanos, os guineenses "deviam deixar a justiça fazer o seu trabalho" após vários anos de impunidade no país, notou o líder da organização.

domingo, 12 de julho de 2015

Chefe da diplomacia proibido de sair da Guiné-Bissau


O chefe da diplomacia guineense, Mário Lopes da Rosa, foi proibido de se ausentar do país por investigacões sobre o alegado envolvimento em venda de licenças e carregamentos de peixe durante o governo de transição.
Mário Lopes da Rosa, ministro guineense dos negócios estrangeiros
Ao ex-titular das Pescas, Mário Lopes da Rosa foram aplicadas medidas de caução em mais de 100 milhões de francos CFA.

Fontes da Procuradoria Geral da República revelam que o Ministro dos Negócios Estrangeiros, da Cooperação e das Comunidades foi ouvido ainda esta terça-feira no Gabinete de Luta contra Corrupção e Delitos Económicos.

Mário Lopes da Rosa, segunda as fontes, foi solicitar a devolução do seu passaporte para uma missão no exterior.

O Ministério Público retirou ao ministro Lopes da Rosa o passaporte diplomático, tendo-o proibido de se ausentar do país.

Foram-lhe aplicadas também medidas de caução económica em mais 100 milhões de francos CFA.

As fontes do Ministério Público dizem o Chefe da Diplomacia é investigado no caso de atribuição de licenças de pesca e descarga de pescado durante o governo de transição.
Também o Secretário de Estado da Juventude, Cultura e Desportos, Tomás Gomes Barbosa, foi ouvido no Ministério Publico por alegado descarregamento de peixe mal parado quando exercia funções de Secretário de Estado das Pescas no Governo de Carlos Gomes Júnior.

Isso depois do Secretário de Estado da Cooperação e das Comunidades, Idelfrides Fernandes, ter sido detido por algumas horas, na sequência das investigações sobre a alegada venda de passaportes diplomáticos e de serviço, também no período de transição.

Uma situação preocupante comentada pelo Chefe do Governo durante as celebrações do primeiro aniversário do executivo.

Domingos Simoes Pereira fala em 12 membros do governo já convocados no Ministério Público.
O chefe do governo afirma-se confiante na justiça numa altura em que já se fala em remodelação governamental.

Aprovado Investimento de 16,7 Milhões Para melhorar Rede Elétrica

Aprovado investimento de 16,7 milhões para melhorar rede elétricaO Banco Africano para o Desenvolvimento (BAfD) aprovou um financiamento de 16,7 milhões de euros para melhorar a distribuição de eletricidade na capital da Guiné-Bissau, anunciou hoje a instituição em comunicado.Lusa
A decisão foi tomada na quarta-feira e inclui um empréstimo no valor de 9 milhões de euros e uma doação do restante valor de 7,7 milhões.O financiamento prevê a reabilitação das instalações de 31.000 clientes, ligações para 10.500 novos utilizadores e melhorias na gestão comercial e boa governação da empresa pública de Eletricidade e Água da Guiné-Bissau (EAGB), refere o comunicado do BAD.O Programa de Melhoria do Fornecimento de Eletricidade à Cidade de Bissau tem um prazo de execução de três anos com o objetivo de "reduzir o número de cortes de energia diários de 22 para menos de dois", refere o BAD.
Ao mesmo tempo, pretende-se reduzir as taxas de perda comercial e técnica de 47% para 20%

"Só 20% dos residentes na capital têm acesso a eletricidade" e quem receber energia está ligado a uma rede "fraca", em que "metade da eletricidade produzida se perde devido a infraestruturas obsoletas e ligações ilegais" e com "apagões por mais de 20 horas nalgumas zonas devido a excesso de carga", descreveu o BAD.

Por outro lado, "receitas insuficientes e dificuldades financeiras tornam difícil à EAGB gerir e fazer a manutenção da rede", referiu ainda a nota do BAD.

Alex Rugamba, diretor para a área de Energia, Ambiente e Mudanças Climáticas, citado no documento, destacou o facto de a rede elétrica de Bissau ser suportada "por um gerador reparado e por outros alugados para haver 10 megawatts de capacidade, um terço do que a capital precisa".

"O programa vai permitir aos clientes da EAGB desenvolverem as suas atividades, nomeadamente as que geram receitas", acrescentou.
Ao mesmo tempo, são esperadas melhorias no abastecimento de água, nos serviços de âmbito social e na iluminação pública

O programa é também financiado pelo Banco Europeu de Investimento e pelo Governo da Guiné-Bissau.

FMI Aprova Empréstimo de 24 Milhões de Dólares Três um ano à Guiné

O Fundo Monetário Internacional anunciou Hoje hum Empréstimo de 24 Milhões de Dólares à Guiné-Bissau, elogiando a Vontade do país de implementar Reformas Estruturais Que permitam Acelerar o Crescimento económico sustentado, desen that Estar Perto dos 5%."A Direção do Fundo Monetário Internacional aprovou Hoje hum Empréstimo de 23,9 Milhões de Dólares, cerca de 21,5 Milhões de euros, AO Abrigo da Facilidade de Crédito Permanente parágrafo a Guiné-Bissau e concluiu also uma consulta Relativa Ao Artigo IV" , le-se no comunicado da Instituição, that that acrescenta o a Acordo permite "o desembolso Imediato de cerca de 4 Milhões de Dólares".O Programa das Autoridades guineenses ", ancorado no Pará Plano Estratégico 2014-2018, pretende consolidar a posição fiscal atraves de Uma Gestão Eficaz Mais da despesa pública e Melhorias na Mobilização das Receitas, Reformas Institucionais Profundas, mitigação das vulnerabilidades e Desenvolvimento do Setor Privado do Pará APOIAR O Crescimento eA Criação de Emprego ", acrescenta uma Instituição sediada em Washington.
O anuncio fazer Empréstimo surgir DEPOIS de, em março, como Autoridades do país Terem conseguido angariar Mais de mil Milhões de euros em Intenções POR parte da Comunidade internacional, incluíndo Portugal, Que se comprometeu com Uma Ajuda Financeira de 40 Milhões de euros.
Nenhum comentário Ao a Acordo, o Responsável do FMI Mitsuhiro Furusawa afirmou que "o novo Governo da Guiné-Bissau TEM Tomado Passos IMPORTANTES Para solidificar a Estabilidade Política e retomar como Reformas estagnadas" e acrescentou que "o Programa económico das Autoridades ENVOLVE Reformas com Objetivos apropriadamente ambiciosos, principalmente o fortalecimento da posição orçamental, protegendo a Estabilidade Financeira e melhorando o ambiente económico ".

Na declaração CITADA nenhum comunicado de Imprensa, o Responsável do Fundo NÃO esquece OS Desafios, lembrando que "São Significantes e incluem Uma reforma do Setor da Segurança Que ESTÁ subfinanciada, significativos Problemas de infraestruturas e Pobreza generalizada".